Indaiatuba

Má prestação do serviço e situação dos veículos utilizados são foco de apurações

A má prestação do serviço de transporte público, por parte da Indaiatubana, foi fator determinante para a abertura da CPI. "Primeiramente, vamos averiguar quais ações foram tomadas (ou não) pelo poder público, a fim de reduzir ou eliminar os problemas apontados pelos usuários do transporte. Serão solicitadas melhorias mais urgentes e, durante o processo, que deve durar três meses, vamos analisar todas as cláusulas do contrato de concessão", detalha o parlamentar.

"A Viação Indaiatubana nunca ofereceu transporte de qualidade, porém, nos últimos seis meses, a situação rompeu o limite do aceitável. Basta lembrarmos do ônibus que pegou fogo, ou daqueles que rodam sem freios e sem as portas. O mais grave é vermos circulando veículos que deveriam ser retirados das ruas, pois estão com o prazo limite de oito anos vencido", enumera o vereador.

Sobre isso, ele critica a anuência da Prefeitura. "O poder público autorizou que se colocasse nas ruas veículos com mais de dez anos, que já estavam parados por falta de condições de uso. Conforme justificativa, eles foram destinados a servir o Campo Bonito. Ora, o bairro não foi planejado da noite para o dia, e a gestão municipal deveria prever o número de ônibus necessários para atender a esta população", rebate.

Por fim, Gervasio argumenta que a instauração de uma CPI não é tarefa das mais agradáveis. "CPI não é bom para ninguém, principalmente em ano de eleições, mas, não tivemos alternativa. O objetivo é investigarmos o que está acontecendo e buscarmos promover um transporte mais digno para Indaiatuba", pondera.


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