Indaiatuba

Operação do Gaeco prendeu seis pessoas

A ação começou na quartafeira de manhã e resultou, além de todas as prisões, na apreensão de R$ 27.182, 800 dólares, 890 euros e 32 folhas de cheques em valores diversos não contabilizados, além de sete carros de luxo e três motocicletas.

"Esta ação nasceu da investigação da Promotoria de Justiça de Indaiatuba em relação a uma desapropriação que desencadeou uma operação em outubro de 2015. Ninguém saberia se aprenderíamos documentos ou dinheiro, mas precisávamos aprofundar aquela investigação, até porque ela já tramitava no Tribunal de Justiça, que determinou as diligências", explicou o 5º promotor de Justiça de Indaiatuba, Michel Romano.

A prisão do prefeito Reinaldo Nogueira foi separada das outras cinco, por ter foro privilegiado. Quem cuida do caso do chefe do Executivo é a Procuradoria-Geral de Justiça, por meio do Setor de Crimes de Prefeitos, e a prisão preventiva foi decretada pelo desembargador Hermann Herschander, em denúncia oferecida ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP).

Reinaldo foi detido em sua residência, em um condomínio na cidade, na tarde de quinta-feira, dia 23, por promotores do Grupo de Atuação de Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em ação conjunta com o Batalhão de Ações Especiais de Polícia Militar (Baep), e levado para a 1ª Delegacia Seccional de Campinas, de onde foi transferido, na sexta-feira, para o presídio de Tremembé.

O Procedimento Investigatório Criminal ainda tramita sob segredo de Justiça na 14ª Câmara de Direito Criminal e a denúncia foi oferecida pela prática dos crimes de organização criminosa, peculato (desvio de dinheiro público) e lavagem de dinheiro.


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