Indaiatuba

Região receberá sete sensores de campo

Ao todo, sete sensores de campo elétrico serão instalados na região de Campinas. Além do sensor de Indaiatuba, haverá dois em Campinas, um colocado na Unicamp e outro na Avenida Engenheiro Coelho, e o restante em Itatiba, Americana, Santo Antônio de Posse e Tuiuti.

Segundo a pesquisadora, os sensores servem para medir o campo elétrico atmosférico. Isso quer dizer que, quando uma tempestade está se aproximando, por meio do sensor pode-se medir a carga elétrica dentro da nuvem se formando a partir da colisão de gelo que ocorre. "É isso que dá o raio, então, enquanto o campo elétrico está se formando dentro da nuvem antes de acontecerem os raios, ele vai aumentando. E esse instrumento consegue detectar isso já antes de começar a acontecer o fenômeno", revela. "A gente consegue ver até 20 quilômetros de distância com um sensor, assim, se uma tempestade começa em Campinas, a gente já esta sabendo por aqui", completa Rachel.

Granizos

Além dos sensores de campo elétrico e do radar de dupla polarização, o projeto também contempla 500 placas de granizo (healped) que auxiliam na determinação do tamanho do granizo. "Trata-se de um bloco de espuma especial que a gente cobre com papel alumínio para não deteriorar com o sol e, quando o granizo cai, faz uma marca na superfície", simula a pesquisadora.

Também terão disdrômetros, que medem o tamanho da chuva. "No total, teremos cinco desses aparelhos, que ficarão localizados em Campinas e Piracicaba", diz.

Para fechar, a pesquisadora explica que terão diversos pluviômetros espalhados por toda a região para medir a quantidade de chuva.


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