Indaiatuba

Mortes na Praça da Liberdade voltam à Justiça

JUSTIÇA

Após mais de três anos do trágico acidente que resultou na morte de Luiza Helena Munhoz Veiga, de 56 anos, e de seu filho Ismael Munhoz Veiga Junior, de 28 anos, em 2013, na Praça da Liberdade, o juiz da 1ª Vara Criminal de Indaiatuba José Eduardo da Costa aceitou, no mês passado, a denúncia do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) contra o motorista do veículo Passat Village LS, Rodrigo Fernando Batino, que causou o desastre.

Batino foi denunciado pela promotora Evelyn Martins por duplo homicídio doloso (quando há intenção de matar), uma lesão de natureza gravíssima, duas lesões de natureza grave e uma lesão corporal. Ela considerou que o motorista, ao provocar o acidente, cometeu o dolo eventual.

Além da namorada de Batino, que ficou paraplégica, outras vítimas ainda têm sequelas do atropelamento.

Pela lei, cada homicídio doloso pode render seis anos de prisão e cada uma das lesões gravíssimas ou graves pode levar a quatro anos. Assim, se o juiz o condenar, ele pode ficar pelo menos 24 anos preso.

O tempo de demora para que a denúncia fosse aceita pela Justiça de São Paulo se deu devido ao envio dos laudos por parte do Instituto Médico Legal (IML), para que fosse confirmada a gravidade das lesões das vítimas do acidente.


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