Indaiatuba

Acidente aconteceu há mais de três anos no trailer de lanches do Carioca

Um acidente no final da noite do dia 28 de março de 2013 resultou na morte de Luiza Helena Munhoz Veiga, de 56 anos, e de seu filho Ismael Munhoz Veiga Junior, de 28 anos. Os dois foram atingidos pelo Passat, conduzido pelo marceneiro Rodrigo Fernando Batino, na época com 24 anos, morador no Jardim Oliveira Camargo. O acidente feriu outras sete pessoas que estavam no trailer de lanches do Carioca, na Praça da Liberdade, no Parque Boa Esperança.

De acordo com as informações colhidas na época da ocorrência, Batino dirigia o carro em alta velocidade e, quando estava na Avenida Visconde de Indaiatuba, perdeu o controle e atingiu as pessoas que estavam na calçada da praça, além do trailer de lanches, deslocando-
o do chão. O impacto também derrubou uma placa e arrancou um banco de concreto.

Entre os atropelados estava a dona de casa Luiza, que teve morte instantânea. O filho dela, Ismael, teve a perna esquerda mutilada, chegou a ser levado ao Hospital Augusto de Oliveira Camargo (Haoc), mas não resistiu. Outra vítima, Diego Munhoz Veiga, de 32 anos, também filho da vítima passou por uma cirurgia e sobreviveu. Na época, a família atropelada morava em Pirituba e veio ao município para passar o feriado e comemorar o aniversário de sua neta.

Outras seis pessoas ficaram feridas, entre elas a namorada do motorista do Passat, Raiele Loren dos Santos, de 18 anos, que teve uma lesão medular gravíssima que a deixou paraplégica. Já o motorista do carro ficou preso às ferragens, mas teve apenas ferimentos leves.

O motorista foi preso no dia seguinte ao do acidente, após deixar o hospital, acusado de duplo homicídio doloso. O advogado de Batino, Alexandre Ferreira, alegou que o motorista estava apenas passeando com a namorada quando perdeu o controle do veículo, e que o mesmo não havia consumido álcool, o que foi confirmado informalmente por uma equipe médica após os exames. Porém, no dia 11 de abril do mesmo ano, Batino foi solto após o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) acatar o pedido de liberdade.


Fonte:


Notícias relevantes: