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Pelo menos 30% dos atendimentos do Haoc são para pacientes de fora

Em entrevista exclusiva à Tribuna, o diretor do Haoc, doutor Edmir Deberaldini, complementa as palavras do secretário de saúde. "Houve aumento de 10% a 15% na demanda, em virtude do crescente desemprego e empresas que estão fechando. Em nosso convênio também observamos queda de 15%, o que representa três mil vidas", analisa.

Ele fala ainda que cerca de 30% dos pacientes do hospital são de fora da cidade. "Eles vêm em busca de procedimentos eletivos (cirurgias diversas)", justifica. "Por dia, o Haoc atende aproximadamente 400 pessoas pelo SUS (Sistema Único de Saúde) , e 200 a 250 por convênios", cita Deberaldini.

O tempo na fila de espera varia de uma a três horas. "É um período normal, além do que, os pacientes são classificados por cores, que determinam a urgência no atendimento", explica. O diretor diz também que o maior fluxo de pessoas ocorre às segundas-feiras e no final da tarde, entre as 17h30 e 20h.

Estável

Diferente do orçamento da Secretaria de Saúde, Deberaldini assevera ainda que não há falta de verba para o hospital. "Tudo o que foi acordado em contrato está sendo cumprido", garante.

Sobre o novo prédio, o diretor acrescenta que irá solucionar o problema de falta de vagas para internações. "Vamos disponibilizar cerca de 200 leitos, o que não quer dizer que serão novos, mas sim, uma readequação do hospital. Talvez, ao final da obra, tenhamos 300 leitos efetivos entre os dois prédios", destaca.


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