Indaiatuba

Alta depende de assistência residencial

Procurado pela reportagem, o Haoc respondeu, via assessoria, que não é autorizado a emitir informações sobre pacientes internados, sob a pena de quebra de sigilo, porém, divulgou que o bebê possui síndrome genética com paralisia e incoordenação congênitas de cordas vocais e de laringe, o que lhe determina uma dificuldade crônica do aparelho respiratório e dependência de prótese respiratória. A cri-ança ainda foi submetida à investigação de distúrbios de metabolismo, síndrome congênitas e outras anomalias do metabolismo, cuja a triagem não se mostrou positiva.

Ele já foi avaliado em outro serviço universitário (genética médica), mas foi referenciado de volta, devido ao caráter crônico e irreversível de sua malformação congênita e a dependência de cuidados hospitalares (prótese respiratória). "Já fizemos a tentativa de retorná-lo ao hospital universitário, sem sucesso", disse a assessora, acrescentando que a criança está "em caráter de internação sem qualquer expectativa de alta no momento, a não ser que esteja disponível serviço de home care (assistência domiciliar).

Respirador

No final da tarde de ontem, a família foi chamada ao Haoc para uma reunião. Entretanto, até o fechamento desta edição não houve informações sobre o conteúdo e os resultados da conversa.

Sobre a concessão do respirador, a Secretaria de Saúde informou que aguarda ainda a previsão de alta médica, a ser passada pelo hospital, para providenciar o equipamento.


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