Indaiatuba

Creas atende 12 famílias com caso de estupro

ABUSO SEXUAL

Há duas semanas a Tribuna começou a publicar reportagens a respeito do abuso sexual contra crianças e adolescentes. A edição de hoje mostra os trabalhos do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e também do Departamento de Reabilitação Física e Mental (Derefim), que atendem famílias vítimas desses crimes.

Para os casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes, a cidade de Indaiatuba possui uma rede que fará todo o atendimento à vítima e também à família, tanto da forma legal, por meio de registro de boletins de ocorrência, abertura de inquéritos e processos, como também na forma psicológica, por meio das escutas com psicólogos e acolhimentos.

O Creas é uma unidade pública que oferta serviços especializados e continuados às famílias e indivíduos nas diversas situações de ameaças ou violação de direitos. De acordo com a diretora do departamento de Proteção Social Especial, Sandra Maria de Morais, o maior objetivo é que essa família supere o que está ocorrendo na vida deles.

O Centro de Referência atua com a mulher em situação de violência, idosos com direitos violados, crianças e adolescentes na vivência de trabalho infantil, crianças e adolescentes vítimas de violência sexual (abuso ou exploração sexual), pessoas e famílias em situação de rua e crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica são alguns dos atendimentos realizados.

Se por um lado o Creas é focado prioritariamente no atendimento da família, por outro lado, assim como o Centro de Atenção Psicossocial Infantil (CAPS-i), o Derefim atua no atendimento de crianças. No caso, o Departamento de Reabilitação Física e Mental atende crianças e adolescentes de 3 a 14 anos e 11 meses.

Possibilidade

Para completar, Antonio afirma que a porta de entrada para a vítima desse abuso sexual não é só a delegacia ou boletim de ocorrência. Ele pode dar a entrada pelo pronto-socorro, numa consulta derotina com pediatra em uma unidade de saúde. "São todas portas de entrada que essa criança vai chegar. Aí, obrigatoriamente, pelo estatuto da criança e do adolescente, esse profissional tem que fazer o registro disso, tem que fazer o encaminhamento, tem que ser comunicado ao conselho tutelar e tomar as providências cabíveis".


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