Indaiatuba

Samu é prioridade para a Saúde em 2017

SAMU

A Secretaria Municipal de Saúde tenta desde 2009 viabilizar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) Regional, que beneficiaria outros municípios vizinhos. Sem êxito, Indaiatuba terá seu próprio Samu.

O projeto regional nunca saiu do papel pela ausência de repasses por parte do governo estadual. No entanto, durante entrevista exclusiva à Tribuna, o secretário de saúde, José Roberto Stefani, garantiu que ter um Samu na cidade é prioridade no plano de governo para 2017. "Nós teremos a instalação de um Samu independentemente da regional. Hoje o Governo Federal já nos dá essa abertura".

De acordo com um levantamento feito no final de 2014, os dados apontavam para um investimento de R$ R$ 6.593.253,07. Com esse montante, o Samu iria funcionar nas cidades de Indaiatuba, Vinhedo, Valinhos, Jaguariúna e Campinas. Do total investido, 28,33%, ou seja, R$ 1.868.278 seria custeado pelo Ministério da Saúde. O restante seria de responsabilidade dos municípios e do Governo do Estado. "Como a verba do Governo estadual não vem, temos que viabilizar o Samu dentro da cidade. O que falta na cidade é uma ambulância UTI do tipo Samu, com a regulação médica e atendimento médico no local", afirma Stefani.

Possibilidade

O secretário de saúde explica que o Governo Federal está permitindo que exista o Samu somente na cidade, independentemente da região. "Tendo o Samu aqui, eu qualifico os profissionais e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e, com eles qualificados, conseguimos um pouco mais de dinheiro por meio do governo federal. Então a gente faz essa conta de qualificação da UPA, com a vinda de dinheiro para a implantação do Samu", explica o secretário.

Além do investimento em infraestrutura, existe também a manutenção de uma equipe para que o trabalho do Samu funcione de forma adequada. De acordo com o secretário, seriam necessárias quatro equipes, envolvendo médicos, motoristas e enfermeiros que iriam trabalhar em uma escala de 12 por 36 horas.

Estrutura

Atualmente, a cidade conta com sete ambulâncias de grande porte e uma de porte pequeno com maca fixa. Existem também mais 25 veículos, sendo dois ônibus e cinco vans utilizados tanto para dar suporte ao primeiro atendimento do paciente, como também para levá-lo a consultas médicas.


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