Indaiatuba

Nível de emprego volta a subir na cidade

EMPREGO

Em agosto, Indaiatuba obteve saldo positivo em 0,47% na evolução do emprego. A informação foi divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), no início da semana passada, e os dados trazem os níveis de empregabilidade divididos por setor.

O estudo foi elaborado pelo Banco de Dados (CBIC) do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e lista o saldo do emprego formal em todas as atividades econômicas no município em agosto. A listagem aponta os resultados do mês, o balanço anual e o comportamento do mercado nos últimos 12 meses.

No total do oitavo mês de 2016, o mercado de trabalho de Indaiatuba absorveu 2.334 pessoas e desligou 2.014, obtendo saldo positivo de 320 (0,47%). Entretanto, no ano, os resultados foram negativos, com o total de 18.715 admissões e 19,519 desligamentos, totalizando menos 804 trabalhadores em atividade (-1,16%).

Por fim, em 12 meses, foram contratados no município 27 mil pessoas, enquanto 30,4 mil foram desligadas, o que totalizou menos 3,3 mil pessoas ativas no mercado (-4,65%).

Setores

O setor que mais admitiu no município foi o de serviços, com 904 pessoas contratadas em agosto, e o número de demissões foi de 827. A tabela mostra ainda que, no ano, ocorreram 7.355 contratações e 6.925 desligamentos no segmento de serviços. Já nos últimos 12 meses, as demissões foram em maior número no setor, com 10.485, enquanto as contratações foram de 9.969.

Em segundo lugar, vem o comércio, que empregou 523 pessoas e demitiu 406. No ano, foram admitidos 3.979 trabalhadores, mas, 4.386 foram desligados; e nos últimos 12 meses, o comércio contratou 6.402 pessoas e desligou 6.906.

A indústria de transformação foi o terceiro segmento que mais empregou em agosto. O total de admitidos no mês foi de 513 pessoas, contudo, 535 foram desligadas. No ano, os desligamentos também superaram as contratações, sendo 5.547, contra 4.475 contratados. Nos últimos 12 meses, o saldo negativo ficou bem acima, com 8.577 desligamentos, contra 6.158 admissões.

Os outros setores citados na pesquisa foram a extrativa mineral, serviços de utilidade pública, agropecuária, administração pública e o da construção civil, que contratou 344 trabalhadores e dispensou 208. Apesar da crise, o mercado de construção civil conseguiu resultados positivos ao longo do ano, com 2.447 admissões, contra 2.341 desligamentos; e nos últimos 12 meses, foram 3.953 contratações e 3.875 vagas eliminadas.


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