Indaiatuba

Prefeitura não fala sobre possível quebra de contrato

A reportagem contatou o sindicato da categoria - Sindivigilância - com sede em Campinas, e falou com o diretor Paulo Marinho da Silva. "Sempre que falamos com a empresa, ela alegou que já havia pago todos. Como os trabalhadores não vêm aqui, e não temos acesso aos extratos bancários, fica difícil falar sem prova", alerta.

Ele diz que já veio à Indaiatuba e conversou com o pessoal da Prefeitura, mas necessita da colaboração dos vigilantes para uma ação efetiva. "Vamos aguardar até o próximo dia de pagamento - se atrasarem novamente vamos notificar a Prefeitura e denunciar a empresa no Ministério do Trabalho. Se não resolver, partiremos para o Ministério Público", arremata Marinho.

Jogo de empurra

Em abril, a Tribuna publicou uma matéria sobre o atraso nos salários praticado pela empresa terceirizada que presta serviço de segurança para a Prefeitura de Indaiatuba. Também naquela época, os trabalhadores reclamavam que a prática era recorrente desde o início das atividades da empresa na cidade.

Novamente, a Prefeitura foi questionada sobre a viabilidade de quebra de contrato, já que a ESC Fonsecass está deixando de honrar termos acordados. Em resposta, a assessoria reiterou que, no que tange ao atual contrato com a ESC, os pagamentos por parte do poder público estão rigorosamente em dia, e que os procedimentos com os funcionários é de responsabilidade exclusiva da terceirizada. 

Novamente, foi efetuado contato com a prestadora, porém, a redação não foi atendida pelo responsável.


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