Indaiatuba

Obra da UBS do Camargo Andrade segue sem previsão para começar

UBS

A construção de uma unidade básica de saúde (UBS) entre os bairros Itamaracá e Camargo Andrade ainda não tem previsão para começar. A última previsão era para que a unidade fosse inaugurada no mês passado.

A verba é proveniente do convênio com o governo estadual, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e inclui também reforma e ampliação das unidades de outros três bairros.

Todavia, a assessoria da Secretaria Municipal de Saúde revela que a construção já deveria ter sido iniciada, mas o processo de licitação pode se prolongar mais do que o estimado inicialmente. A Pasta salienta que o atraso teve origem no governo estadual, que é quem comanda a licitação.

Como vem sendo publicado pela Tribuna, o investimento do BID foi anunciado em 2014, totalizando R$ 157,9 milhões, destinados à construção de unidades de saúde da Região Metropolitana de Campinas (RMC). Indaiatuba recebe R$ 6,7 milhões para a construção da UBS do Jardim Itamaracá - Camargo Andrade. Além disso, parte do montante será aplicada em benfeitorias nas UBS do Parque Corolla, Jardim Oliveira Camargo e Parque Residencial Indaiá. A nova UBS do Camargo Andrade deverá atender a aproximadamente 18 mil moradores. Atualmente, a região conta com um Posto de Saúde da Família (PSF); mas o crescimento habitacional, proporcionado pela chegada de conjuntos habitacionais, ampliou a demanda. Mais um posto de saúde no local pode desafogar o volume de atendidos em outros pontos da cidade.

Sem previsão

As obras fazem parte do programa Saúde em Ação, que inclui 34 novas unidades, além da adequação de mais 39 em toda a RMC. Além das obras, o projeto contempla também a implantação de protocolos clínicos, qualificação dos profissionais da atenção básica e organização da regulação local, entre outras ações de gestão.

O projeto Saúde em Ação engloba projetos regionais em Tecnologia da Informação, que buscará integrar os sistemas de informática municipais com os federais, qualificando as informações e oferecendo melhores ferramentas para o planejamento de gestão.

A Prefeitura já deu início a discussões para um projeto de transporte sanitário regional, que se encontra em fase de diagnóstico. O recurso prevê ainda uma análise da regulação em saúde para as regiões contempladas; como a RMC já possui esse diagnóstico, seria necessário apenas alguns ajustes, abrindo caminho para novas propostas qualificativas do processo regulatório.


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