Indaiatuba

Fila de espera para resultados de exames da zika é zerada na cidade

EXAME

A cidade não tem mais nenhum caso de zika aguardando resultado do Instituto Adolfo Lutz, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. A fila de espera também foi zerada no Lutz, de acordo com o instituto.

Em Indaiatuba, neste ano, a secretaria registrou apenas dois casos notificados da doença, sendo que um foi descartado e um confirmado. A pessoa que contraiu a doença era uma gestante, de 26 anos, residente do Jardim João Pioli. A mulher teve a contaminação confirmada pelo Lutz no dia 7 de junho e sofreu um aborto espontâneo no mesmo mês.

Em abril deste ano, em meio ao pior momento da epidemia, o instituto, que realiza os exames para detectar H1N1, zika, dengue e outros vírus, estava desabastecido com kits de sorologia. Na época, o laboratório informou que os estoques se esgotaram. Atualmente, o instituto foi abastecido.

Segundo a assessoria de comunicação do Adolfo Lutz, a Secretaria de Estado de Saúde implantou em 2015 uma rede sentinela contra zika, que vem monitorando a circulação do zika vírus no Estado. "Por meio da rede de laboratórios do Instituto Adolfo Lutz, a secretaria vem realizando testes de Reação em Cadeia da Polimerase, com Transcriptase Reversa, em Tempo Real (RT-PCR) em amostras de casos suspeitos de zika, visando identificar o genoma do zika vírus", informou, em nota, o instituto. "Esses exames são aplicados, sobretudo, em regiões em que há notificação de casos de microcefalia. Vale ressaltar que o envio de kits para testes RT-PCR ao Estado de São Paulo para diagnóstico do zika vírus é de responsabilidade do Ministério da Saúde, e está normalizado", complementa.

Brasil

No Brasil, segundo o último boletim do Ministério da Saúde, de agosto, foram registrados 174.003 casos prováveis de febre pelo vírus da zika em todo o país, até o dia 9 de julho. Isso representa uma taxa de incidência de 85,1 casos a cada 100 mil habitantes. Foram confirmados laboratorialmente quatro óbitos por zika vírus no país, sendo três no ano passado e um em 2016. A região Sudeste teve 67.544 casos prováveis da doença, seguida das regiões Nordeste (66.991); Centro-Oeste (26.674); Norte (10.944) e Sul (1.850).


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