Indaiatuba

Nogueira e Núncio foram afastados em outubro a pedido do MP

Tanto o prefeito quanto o secretário estavam afastados dos cargos desde outubro, época em que foi publicada a liminar do MP, deferida pelo juiz da 2ª Vara Cível de Indaiatuba, Sérgio Fernandes, por conta da investigação sobre a possível cobrança de propina por parte de ambos.

No dia 24 de novembro, a assessoria do MP divulgou que as prisões foram executadas pela Procuradoria Geral da Justiça, por meio da Assessoria Jurídica de Crimes de Prefeito. O relator foi o desembargador Maurício Henrique Guimarães Pereira Filho, que acolheu a postulação de prisão preventiva da Procuradoria-Geral, por ocasião da nova denúncia por crime capitulado no art. 316 do Código Penal (CP), que é a concussão, atribuído ao prefeito em coautoria com Núncio Lobo da Costa.

Durante a operação da semana passada, o Gaeco apoiou o cumprimento dos mandados de busca e apreensão nas empresas de Sérgio Mário de Almeida Filho (FCBA Construtora e Almeida & Associados Construções e Empreendimentos Ltda.), em 15 de setembro, que foi expedido pela Comarca de Indaiatuba como parte da investigação sobre a cobrança de propinas em licitações.

Os mandados foram realizados a pedido do promotor Michel Romano e concedidos pela 1ª Vara Civil de Indaiatuba. Na ação foram apreendidos R$ 10,4 mil, além de documentos e contratos, notas fiscais e relação de pagamentos.

A casa de Sérgio Almeida, no Helvetia Park, também foi alvo da operação, e foram apreendidos ali documentos, além de oito mil dólares, 445 libras e 955 euros, o que corresponde a aproximadamente R$ 32 mil. Outros dois empresários da cidade estão sendo investigados, e buscas também foram realizadas no Jardim Europa 2 e no Jardim Morada do Sol. Dados da promotoria apontam ainda que as empresas de Sérgio ganharam licitações entre 2013 e 2015, com um montante de R$ 40 milhões.


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