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Previdência privada é opção para futuro mais tranquilo

Com as incertezas da política nacional e a falta de confiança no sistema previdenciário, muitos brasileiros estão optando pela previdência privada. Muito similar a um investimento convencional, a modalidade oferecida pelos bancos e por corretoras tem o diferencial de poder escolher o valor da contribuição e a periodicidade em que será feita.

A previdência privada é uma aposentadoria que não está atrelada ao INSS e pode ser um aporte complementar à pública. O valor que a pessoa irá receber será proporcional ao que tiver investido. Além disso, o montante pode ser resgatado antes, caso o investidor desista do plano.

O microempresário Danilo Sousa fez sua previdência privada em 2004. "Na época, eu desconhecia melhor investimento", lembra. "Porém, há que se ter muito cuidado antes de fechar negócio, pois as taxas administrativas cobradas pelos bancos são altas e não aparecem de forma clara nos contratos. Por isso, leia e compare."

Ele diz que os percentuais variam conforme a instituição financeira. "Há taxas administrativas anuais, de 2% ou 3%; e tem a cobrança de carregamento sobre os depósitos, que são em torno de 1% a 2%. Por exemplo, se você deposita R$ 100 por mês, com taxa de carregamento de 2%, apenas R$ 98 vão para sua conta", explica.

Danilo cita ainda que a previdência pode ser contratada em corretoras, que costumam praticar menores taxas. Já em relação ao tempo de investimento, ele sugere que seja superior a dez anos. "Se mexer no dinheiro antes de dez anos terá maiores alíquotas no Imposto de Renda", ressalta. "Tudo depende do padrão de vida que a pessoa pretende ter quando se aposentar. O segredo da previdência privada é depositar com frequência e deixar o dinheiro quietinho lá, até a data em que decidir parar de trabalhar", finaliza Danilo.


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