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Apesar da crise, 2017 deve trazer mais vagas de emprego

O Brasil possui hoje 12 milhões de desempregados, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Por isso, o Governo Federal decidiu investir em infraestrutura, com o objetivo de gerar empregos em curto espaço de tempo.

Em 2016, o número de desempregados cresceu em mais de dois milhões, e para este ano há perspectivas de melhora e as expectativas tanto do governo quanto do mercado é a de que as contratações superem as demissões.

O Programa de Parcerias de Investimento (PPI) definiu 34 projetos com previsão de investimento de R$ 67 bilhões, o que pode criar quase três milhões de novos postos de trabalho. As obras de infraestrutura também são capazes de expandir a produtividade e reduzir o custo Brasil. Ente os principais exemplos está a modernização e ampliação de aeroportos, rodovias, portos, ferrovias, entre outros.

Esta ação do governo atrai ainda investidores, que aguardam apenas pela aprovação das medidas, como a definição de novas regras de licitação, reformulação dos marcos regulatórios, normas ambientais e outras. 

O presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Guilherme Afif Domingos, é um defensor da terceirização, e acredita que esta modalidade seja uma das saídas para a crise, já que as micro e pequenas empresas serão as maiores beneficiadas. "A terceirização é um fator de geração de emprego. Além disso, é uma oportunidade para o surgimento de novas atividades para empreendedores que hoje são trabalhadores. O operário vira empresário", enfatiza.

Afif destaca ainda que não se deve confundir terceirização com precarização da mão de obra. "Precarização é a falta de emprego. A terceirização é um importante fator de abertura de postos de trabalho, especialmente nas micro e pequenas empresas", reforça.


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