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Busca por estabilidade deve ser determinante em 2017

Em relação a investimentos, a poupança continua liderando a preferência dos consumidores. Resultados da pesquisa mostraram que 60,5% das famílias alegaram que a modalidade foi o principal destino de seus recursos.

Contudo, mesmo sendo a aplicação favorita dos mais conservadores, a poupança perdeu bastante espaço para a renda fixa e a previdência privada, por causa dos juros nominais de quase 14% praticados no País. Além disso, o crescimento da população mais velha também tem impactado no mercado financeiro.

A proporção de aplicadores em renda fixa passou de 21,8% em novembro para 22% em dezembro ( 0,2%); no mesmo mês de 2015, a proporção era de 11,6%. Já a previdência privada passou dos 7,8% em novembro para 8,6% ( 0,8%).

Ainda de acordo com a FecomercioSP, o conservadorismo dos consumidores brasileiros garante ao Brasil que o sistema financeiro esteja fora das principais preocupações do governo. Por outro lado, as elevadíssimas taxas de juros ainda inviabilizam o crescimento econômico e o investimento empresarial, encolhendo o potencial tanto de crescimento quanto de valorização do mercado acionário brasileiros.

A entidade acredita que 2017 trará maior busca por estabilidade, visando à diminuição das taxas de juros, o aumento dos investimentos diretos e a redução do tamanho do Estado, com base nas reformas propostas. Com isso, o Brasil poderá entrar em um novo ciclo de expansão do crédito.


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