Indaiatuba

Indaiatuba não é considerada área de risco para febre amarela

SAÚDE

O Departamento de Vigilância da Secretaria Municipal de Saúde informa que Indaiatuba não é considerada área para risco de febre amarela, doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus.

De acordo com o Ministério da Saúde, a doença é transmitida por mosquitos e comum em macacos, que são os principais hospedeiros do vírus. A vacina é recomendada para pessoas a partir de nove meses de idade que vivem nas áreas endêmicas ou viajarão para lá e a partir dos seis meses, em situações de surto.

Segundo a diretora da Vigilância em Saúde, Rita de Cássia J. F. Vaz, as pessoas não devem ficar preocupadas, pois só quem vai viajar para áreas endêmicas e não está com o esquema vacinal atualizado, deve se imunizar. “O Estado de São Paulo mantém uma extensa área geográfica com recomendação de vacina febre amarela, predominantemente na região noroeste e sudoeste, e Indaiatuba não está na região indicada”.

Rita explica que a população está em alerta depois de notícias de casos suspeitos em macacos e de pessoas que morreram em Minas Gerais e no noroeste paulista, regiões de São José do Rio Preto e Ribeirão Preto. “As pessoas que vivem nestas regiões ou que irão viajar para essas localidades, devem se proteger. Agora, se a vacina está em dia, não precisa se preocupar. Basta olhar a sua carteira de vacina e se tiver duas doses, está correto o esquema”.

Quem precisar tomar a vacina deve procurar o Hospital Dia, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, e a partir de hoje, dia 17, a UBS VII (antigo Ambulatório da Mulher) no Jardim Morada do Sol, das 13h às 16h.

Prevenção

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que uma dose da vacina Febre Amarela seja considerada suficiente para proteção por toda a vida, e o Regulamento Sanitário Internacional foi alterado em maio de 2014, estendendo a validade do certificado internacional de vacinação contra febre amarela dos atuais 10 anos para toda a vida do vacinado.

Rita alerta que a doença pode se manifestar desde a forma assintomática, moderada, até forma grave e maligna. A utilização da vacina é uma das melhores formas de prevenção. “Devemos ficar em alerta, pois na zona urbana o mosquito Aedes aegypti pode ser o transmissor da doença”, afirma. A diretora informou que enviará um informe técnico para as agências de viagens visando orientar os clientes com relação à vacina.

No Brasil, há também uma extensa área de recomendação para vacinação contra febre amarela para vários estados: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Maranhão, Minas Gerais e parte dos Estados da Bahia, Piauí, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


Fonte:


Notícias relevantes: