Indaiatuba

Vacina contra febre amarela está disponível só para quem vai viajar

Esta semana, a Tribuna recebeu informações sobre possível falta da vacina contra a febre amarela no Hospital Dia (HD) e na UBS 7 (Saúde da Mulher), no Jardim Morada do Sol. Segundo a Secretaria de Saúde, a imunização está sendo liberada apenas para quem comprovar que está de viagem marcada para locais de risco.

A assessoria da Pasta informou também que as vacinas foram liberadas no município pela Regional Campinas na última terça-feira, e enviadas para as unidades de saúde no mesmo dia. As doses devem atender à demanda por 30 dias. A imunização está disponível no HD, somente no período da manhã, das 8h às 12h; e na UBS 7, das 13h às 16h.

"A pessoa deve trazer documento de identidade, carteirinha do SUS (se tiver), comprovante de endereço e a confirmação do local da viagem", explica uma das atendentes do HD.

A atendente ressaltou que as pessoas que precisam tomar a vacina devem chegar por volta das 6h para pegar senha. Ela também salientou que a procura tem sido muito grande e que o hospital está disponibilizando cerca de 50 doses diariamente para adultos e crianças - terminadas essas 50 senhas, o interessado deve voltar em outro dia.

O Hospital Dia fica na Avenida Visconde de Indaiatuba, 199, Vila Vitória I - informações: (19) 3825-6430; e a UBS 7 está na Rua José de Campos, 709, Jardim São Conrado - informações: (19) 3935-3338.

A Prefeitura destaca que a vacina só está sendo aplicada em pessoas que estão com viagem marcada para regiões com incidência de febre amarela. A Saúde do município reforça, por fim, que Indaiatuba não está inclusa na área de risco para a doença.

Exames

No Hospital Dia, a Tribuna também questionou alguns pacientes sobre o acesso ao agendamento dos exames. Uma mulher que preferiu não ter seu nome divulgado disse que aguarda há cerca de um ano para fazer o exame de endometriose. Ela havia ido ao HD na quarta-feira passada e, mais uma vez, voltava para casa sem conseguir marcar o exame.

Gislaine S. D. Lima, residente no Jardim São Conrado aguardava para fazer um ultrassom da mama, porém, ela também está com alergia na pele, desde maio de 2016, e já foi avisada de que, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o exame não está disponível. "Sinto muita coceira e ardência e precisava fazer o exame para iniciar o tratamento; mas, no particular custa R$ 300. O jeito é esperar", revelou.

O marido de Gislaine, que a acompanhava em consulta no HD, acrescentou que eles nunca tiveram dificuldades em conseguir cirurgia, exames e atendimento médico no hospital. "Eu cheguei a cancelar o convênio da empresa, porque conseguimos ser melhor atendidos aqui no hospital público", garantiu.


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