Indaiatuba

Busca por antenas, conversores e novas televisões aumenta

Por conta das mudanças, a procura pelo conversor aumentou neste ano. "Tivemos muita procura por estes aparelhos e antenas", conta Diniz.

Segundo ele, as pessoas também estão confusas. A pergunta mais comum não é quanto à instalação, mas sobre a qualidade do sinal", diz. "Sempre oriento a pessoa a perguntar para um vizinho que já fez a instalação se o sinal ficou bom".

Para fazer a mudança, o brasileiro terá que mexer no bolso. Em Indaiatuba, uma antena UHF varia de R$ 40 a R$ 70. Já o conversor custa cerca de R$ 180. O brasileiro também está aproveitando a mudança para trocar seu televisor. De acordo com a assessoria de imprensa das lojas Casas Bahia e Ponto Frio, as empresas notaram um au-mento de venda de TVs de polegadas pequenas (TVs de entrada com o conversor integrado) na primeira semana de março, de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.

Gratuito

As famílias inscritas nos programas sociais do governo federal, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida, poderão receber gratuitamente o Kit TV Digital, que vem com conversor digital, antena e controle remoto. Para saber se você tem direito ao benefício basta ligar para o telefone 147.

Descarte

Para quem vai comprar outro televisor e descartar o seu modelo antigo, é preciso fazer isto de maneira correta. Em Indaiatuba, o descarte de televisores e antenas de TV podem ser feitos no Posto de Entrega Voluntária Nishi Eletrônica, que fica na Rua Paul Harris, 343, no Cidade Nova I.

Porque a mudança?

O principal motivo da mudança é a liberação de uma faixa de frequência 700 MHz, utilizada por algumas emissoras de TV, que a partir da readequação do digital, passará a ser usada por empresas de telefonia para melhorar o sinal 4G da internet no País. A vantagem para o brasileiro, é que a programação da TV aberta chegará às casas com mais qualidade de som e imagem. A diferença do digital, quando comparado ao analógico, por exemplo. A olho nu, as imagens ficarão mais nítidas, o que aumenta a quantidade de detalhes percebidos pelos espectadores. O formato digital oferece uma imagem sem chuviscos e um som sem chiados.

A primeira cidade a ter o sinal analógico cortado foi Brasília, em novembro de 2016. A transição do sistema deve ocorrer ainda em 1.326 cidades brasileiras até o fim de 2018, sendo que a maioria dos municípios deve receber o sinal digital em seus televisores até dezembro de 2023. 


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