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Haoc afirma que caso do bebê era grave

Em nota, a assessoria do Haoc esclareceu que a rotina de atendimento da maternidade é habitualmente de pacientes em pródromos de parto, ou seja, a paciente apresenta os primeiros sinais clínicos de que o trabalho de parto já estaria em seu começo. Nos casos em que a paciente já teve outros partos anteriores (como ocorre com Cleusa), é comprovada a efetividade da via baixa.

Além disso, é comum os bebês estarem sentados e virarem a posição de cabeça perto do trabalho de parto, fato constatado por exame de ultrassom prévio. Além do ultrassom, há outros exames que averiguam o estado de saúde do bebê, como a cardiotocografia, que é semelhante a um eletrocardiograma; com base nesses resultados é avaliado se há algo de errado e indicação técnica da necessidade de cesariana.

Quanto ao prolapso de cordão, situação em que o cordão umbilical sai antes da criança nascer, a direção do Haoc destacou que é extremamente grave. Trata-se de um evento repentino, súbito, e que nenhum exame é capaz de prever - pode ocorrer em casa, no carro, no hospital ou na hora do parto. Mesmo quando acontece no parto, estando a paciente cercada por pessoal médico e de enfermagem, com toda estrutura, é muito grave, levando a sequelas graves ou ao óbito da criança.

O Haoc, por fim, indica que a família procure o Conselho Regional de Medicina (CRM) ou qualquer profissional habilitado da área para esclarecer todas as afirmações.


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