Indaiatuba

Paralisação dos professores também pede reajuste

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) se reuniu com a categoria, na tarde de ontem, para uma assembleia no vão do Masp, em São Paulo. Eles entraram em greve na última terça-feira, por decisão em assembleia realizada no dia 15 de março, no Centro da Capital.

A paralisação é contra a reforma da Previdência e também pelo reajuste imediato de 22,03%, na perspectiva do cumprimento da Meta 17 do Plano Estadual de Educação (PEE), e pelo "Fora Temer". Segundo a Apeoesp, cerca de 30 professores participaram da assembleia.

O principal objetivo do movimento foi o de definir os rumos das próximas paralisações. Linho, presidente do Sindicato em Indaiatuba, revelou que 60% dos docentes de Indaiatuba aderiram às paralisações dos últimos dias. "Das 20 escolas da cidade, 11 aderiram. Mas, nosso foco agora é nos mobilizarmos contra a reforma da Previdência. Na manhã de ontem o conselho se reuniu em São Paulo, e ficou decidido que uma greve dos professores, de imediato está descartada. Porém, o movimento não está suspenso e, no dia 28 de abril, as centrais sindicais irão promover uma paralisação geral em todo o Brasil", destacou.


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