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Especialista dá dicas para ser autodidata

EDUCACIONAL

A despeito do maior número de estudantes que concluem o EaD (crescimento de 23,1%), muitos ainda abandonam o curso antes do término. No caso das instituições privadas, a taxa de evasão observada foi de 35,2%, maior do que nos presenciais, que foi de 27,9%.
Neste contexto, percebe-se uma caraterística relevante nesta modalidade de ensino: a individualidade. Devido ao grande número de ofertas do EaD, o estudante que pretende investir neste tipo de capacitação deve desenvolver certas habilidades que facilitem o processo de absorção do conteúdo.
“Embora muitos programas contemplem tutores ou monitores para solução de dúvidas e fóruns para troca de experiências com outros estudantes, o EaD, por si só, enseja disciplina, pois boa parte das atividades são realizadas fora da sala de aula”, lembra Eduardo Alves, diretor de uma das primeiras instituições a implantar o ensino à distância no Brasil.
“O aluno de EaD tem de ser um pouco autodidata, ou seja, precisa estar concentrado e ser persistente para organizar sua rotina de estudos”, orienta. Ele emenda dizendo que, já que vai estudar sozinho, o aluno necessita de auxílio e não necessariamente de um professor. “Estudar em uma biblioteca pode ajudar, e a internet também é uma fonte importante", alerta.

Alves cita ainda a curiosidade como fator intrínseco ao autodidata. “Não deixe dúvidas na cabeça, se aprofunde por conta própria em questões que não ficaram claras, use outras fontes de conhecimento, troque ideias com outros estudantes", arremata.


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