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Aposentado se queixa de multas de trânsito indevidas

O casal Márcia e Wlademir Garcia tem vivido um pesadelo nas últimas semanas. Depois de um passado impecável na condução do veículo da família, sem o registro de qualquer infração de trânsito, o aposentado, de 79 anos, passou a ser multado por agentes de trânsito. Todavia, o aposentado tem como provar que não cometeu as infrações. Por isso, ele recorreu à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari), que negou o recurso.

A primeira multa aconteceu na Praça Prudente de Morais, devido a supostamente o passageiro não ter utilizado o cinto de segurança. Trata-se de infração considerada grave. Mas, exatamente no horário marcado na notificação da multa, o idoso estava com o carro parado no estacionamento de uma farmácia. Wlademir, inclusive, possui a nota fiscal do pagamento efetuado no estabelecimento naquele dia e horário.

Além disso, o motorista estava sozinho, sem passageiro. Então, ele juntou a nota fiscal e entrou com recurso na Jari. Após perder, o idoso recorreu novamente, e a resposta deve chegar no dia 21 de agosto.

Há ainda uma segunda multa, por infração considerada gravíssima, que foi a de furar o sinal vermelho na Avenida Fábio Barnabé, marginal do Parque Ecológico. Como ocorreu da primeira vez, no horário informado na notificação ele estava no médico com a esposa e, outra vez, apresentou prova: as declarações do médico e da recepcionista do consultório. Com isso, Wlademir vai entrar com novo recurso.

O valor da multa por infração grave é de R$ 195 e a perda de cinco pontos na carteira de habilitação. E o custo da infração gravíssima é de R$ 293, além de sete pontos na CNH. 

A Secretaria Municipal de Segurança Pública enviou nota dizendo que está oferecendo apoio ao aposentado. O último recurso foi protocolado em 20 de julho e ele deve aguardar resposta.


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