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Roubo a carro-forte gera dor de cabeça a cliente bancária

No final dos anos 1990, Rebeca(*) efetuou uma peregrinação para tentar apagar os rastros deixados por criminosos em seu nome. À época, a então analista de marketing teve três talões de cheques subtraídos em um assalto ao carro-forte do banco.

"Foram meses de desgaste", lembra. "Descobri por acaso, quando fui fazer uma compra a crédito, e a loja falou que meu nome constava no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). Daí, fui investigar do que se tratava e descobri que a quadrilha havia comprado sapatos, roupas e jogos eletrônicos com meus talões; e um desses estabelecimentos me protestou", continua.

Então, me dirigi ao banco e pedi certidão negativa dos cheques emitidos; também publiquei a ocorrência nos jornais da cidade, identificando a numeração dos talões roubados. No final, abri processo contra o banco, já que ele nada fez para me defender, e contra a empresa que me protestou. Ganhei na Justiça os dois processos", conclui a vítima.

De acordo com estudos da Serasa, basta perder um documento pessoal para dobrar a probabilidade de o cidadão ser vítima de um golpe. Para se prevenir, a vítima deve cadastrar um alerta gratuito na Serasa pelo link: www.serasaconsumidor.com.br/servicos-roubo-perda-de-documentos/, além de fazer um Boletim de Ocorrência (B.O.). O registro ajuda a reduzir o risco e evitar a dor de cabeça de ter dados pessoais utilizados por fraudadores.

Com o alerta, o Serasa Consumidor consegue avisar às empresas que consultam seus produtos sobre a perda ou roubo do documento quando este for utilizado para abertura de conta em bancos, compra de bens e serviços, pagamentos etc. O site da empresa também disponibiliza diversos procedimentos de segurança para evitar cair em golpes: www.serasaexperian.com.br

(*) O nome foi trocado a pedido da entrevistado


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