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Terreno com sujeira é alvo de reclamações

Descarte

A Tribuna recebeu reclamações sobre um terreno baldio localizado na Alameda José Cardeal, próximo à faculdade Max Planck e ao cemitério, no Jardim Pedroso, onde lixo e entulho se acumulam. De acordo com os moradores, o descarte é constante. 

A reportagem foi até o local na tarde de quinta-feira, dia 21, onde encontrou vaso sanitário, sofá, sacos de lixo, tênis, plásticos e potes de óleo, terra, partes de tijolos, pisos e pedaços de asfalto, entre outros objetos. Próximo ao local, encontramos o comerciante José Rodrigues, que também relatou o problema. "Quase todo dia tem alguém jogando lixo neste terreno. Também tem o caminhão do Saae, que direto eu vejo jogando entulho como terra e pedaço de asfalto aí. Já até filmei", conta. "É um lugar grande e bonito, até uma pessoa de uma imobiliária questionou de quem era o terreno", acrescenta.

O comerciante também relatou que há três meses o terreno está sem limpeza. "Sempre estão carpindo. Hoje mesmo tinha uma pessoa capinando. Antes, vinham sempre limpar, mas nunca mais vi limparem o local, já faz uns três meses. É preocupante porque podem aparecer escorpiões e se chove acumula água, favorecendo o mosquito da dengue", comenta. No dia em que a reportagem esteve no local, dois homens estavam colocando fogo em um dos lados do terreno baldio.

Outra pessoa, que não quis se identificar, contou que passa perto do terreno todos os dias e a sujeira continua lá. "Faz tempo que vem acumulando entulho e lixo neste terreno. Eles cortam o mato, mas o lixo fica lá. Além disso, sempre ficam pessoas usando droga no meio do terreno", diz.

A Tribuna questionou a prefeitura sobre a limpeza do terreno, se o local não precisaria ser cercado, e sobre o caminhão do Saae que despeja entulho no local. Por meio de assessoria de imprensa, respondeu que o terreno é propriedade particular e o dono já foi notificado para providenciar a limpeza. "De acordo com a Lei Municipal nº 3.551, o fechamento do terreno, com muros ou telas, não é obrigatório", aponta. "Com relação ao Saae, um caminhão precisou despejar no local para a troca de um pneu furado, mas isso não é prática da autarquia, que descarta seu entulho no Aterro de Inertes. Funcionários do Saae estão indo ao local para a retirada", afirmou.


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