Indaiatuba

Acúmulo de lixo próximo à escola no Videiras gera reclamações

Em uma postagem nas redes sociais, uma moradora do bairro Videiras revelou sua indignação em relação ao acúmulo de lixo na escola Doardo Borsari. Segundo ela, o fato de a unidade escolar estar em área rural não significa que deva ser privada de higiene, limpeza e conservação.

"A frente da escola se tornou um ponto de coleta de lixo, e creio que ali não seja um local ideal para isso", comentou em texto divulgado na página do Indaiatubanos, no Facebook. A munícipe também acrescentou: "São despejados todo e qualquer tipo de lixo. Ocorre que está tendo moscas, mal cheiro e risco de acidentes, já que alguns lixos vão parar na pista".

Em sua mensagem de protesto, a moradora do bairro também sugeriu que o poder público encontre novo local para instalação de um ponto de coleta. "Autoridades responsáveis com todo respeito, olhem para essa escola com carinho e com respeito.

Não gostaria de uma resposta, gostaria de várias ações. Não nos procurem apenas quando precisam de votos, mas também para ajudar seus eleitores quando precisam", desabafou.

Procurada pela Tribuna, ela esclareceu que o lixo já foi retirado da frente da escola pela Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente (Semurb). "Eles me passaram o prazo de 15 dias para construir a casinha de coleta seletiva", completou.

Outros problemas

Além do acúmulo de detritos na área correspondente à unidade escolar, a denunciante também levantou diversos problemas no local. "A escola não tem espaço para a matéria de educação física, o que compromete o desenvolvimento dos alunos, que também atrapalham outros que estão em salas de aula", apontou.

O texto na rede social levanta ainda outras questões. "Os estudantes não contam com água potável, já que a escola também não tem caixa d'água. Em frente a escola não possui sequer uma lombada, fazendo com que alguns motoristas passem correndo lá em frente, colocando em risco a vida das crianças",citou.

Para nossa reportagem, a moradora falou que sobre a água potável e a lombada na rua, a Prefeitura abriu protocolo a fim de solucionar os problemas. "Sobre a quadra é um problema um pouco complicado, pois a Prefeitura quer que os sitiantes façam doação de terra pra construção", destacou.

Ela enfatizou ainda que o prefeito garantiu que a água da escola é potável. "Mas não é. Eu fui até a escola provar e é horrível, me deu ânsia. O mesmo aconteceu com outros pais que também fizeram isso", argumentou.


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