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Setores de comércio e serviços respondem por 3,2 milhões de empregos no período

O Dia dos Comerciários foi celebrado ontem e, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2016, divulgada pelo Ministério do Trabalho este mês, na série de 2010 a 2016 houve um crescimento relativo e absoluto dos setores de comércio e serviços como principais empregadores. Juntos, eles expandiram a participação de 51,6% (2010) para 56,4% (2016), o que representa o incremento de 3,2 milhões de empregos no período.

Ainda conforme o Ministério, esses segmentos respondem por mais da metade do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil (55%), o que impacta também no total de empregos. Após dois anos de crise no mercado, os trabalhadores do comércio se deparam agora com uma nova realidade. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontou o comércio como o segundo maior empregador em setembro, com saldo positivo de 15 mil postos de trabalho, sendo 13,1 mil do ramo varejista e 1,9 mil no atacadista.

Com a retomada do crescimento econômico, a expectativa é de que a categoria seja mais valorizada. O ministro Ronaldo Nogueira ressalta que os comerciários são fundamentais para o sucesso de qualquer estabelecimento comercial, "dando a cara e o jeito de uma empresa ou de uma marca no contato com os clientes e em todo o processo até que o produto ou serviço chegue ao consumidor final".

"Se antes a atividade podia ser vista por alguns como uma saída para quem não conquistou outra colocação profissional, hoje ser comerciário é uma escolha consciente, que pode levar ao reconhecimento e à conquista de metas e de satisfação na vida profissional", garante Nogueira.


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