Indaiatuba

Família também consegue autorização para receber medicamento

Graziela Costa Leite, advogada da família de Laurinha, explicou à reportagem que agora eles aguardam a resposta positiva do convênio, responsável por bancar o tratamento domiciliar. "Na verdade, o que a Laurinha necessita é de uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) domiciliar, com toda a equipe de multiprofissionais médicos recomendada. Por isso, o custo é alto, ficando em torno de R$ 80 mil por mês", esclarece. "A juíza de Indaiatuba limitou a sentença inicial apenas com base no contrato, e o convênio só cumpre o que está em contrato; porém, foi determinada também multa diária de R$ 1 mil caso não seja cumprido", acrescenta Graziela.

A advogada disse ainda que a família entrou com dois processos: um pelo home care e outro para conseguir medicamento fornecido pelo Estado. "O dr. José Eduardo, juiz da Segunda Vara da Infância determinou, na última quinta-feira, que Laurinha também receba o medicamento Spinraza, de alto custo, sob multa de R$ 10 mil por dia em caso de não cumprimento", revela.

"Este é o primeiro caso de pedido de home care do convênio. A AME é a segunda doença que mais mata crianças no mundo, por isso, o tratamento domiciliar é essencial para que Laurinha tenha a segurança da terapia adequada", finaliza Graziela. Procurado pela reportagem, o Haoc respondeu, via assessoria, que não irá comentar o caso, devido a questões referentes a sigilos ético, médico e jurídico.

A campanha para ajudar no tratamento de Laurinha continua, e quem quiser pode contribuir com qualquer valor em depósitos no Itaú, ag. 4985, conta poupança 14668-9 500; Santander, ag. 2698, conta poupança 1001498-0; ou Caixa Econômica, ag. 2996, conta poupança 013 003 1126-3; para todos os bancos, os depósitos são feitos para o CPF 518.260.188-32. Mais informações e divulgação da campanha: https://www.facebook.com/amelaurinha/ e/ou https://amelaurinha.com.br/


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