Indaiatuba

Para quem pretende adquirir um imóvel, a hora é agora

Anderson J. S. Meneses atua no mercado imobiliário há quase dez anos e explica que os investimentos no setor vão depender do termômetro da economia nacional. "Devido à perspectiva de possível recuperação econômica fez com que alguns donos de imóveis, especialmente comerciais, aumentassem os preços; o problema é que a alta ocorreu rapidamente, mas vemos que o fator econômico ainda caminha a passos lentos", analisa.

Ele acredita que o país deva crescer em 2018. "Tudo vai depender do governo e da reforma da Previdência, essencialmente. Mas, o ciclo do mercado imobiliário é extenso, o que gera preocupação; não dá para fazer conjecturas com base no PIB. Se a situação melhorar, teremos um bom retorno", observa Anderson.

Aos que pretendem adquirir um imóvel, o corretor lembra que o setor está em fase de recuperação. "Acho difícil os preços caírem, porque valores menores não cobrem custos de novos empreendimentos. Portanto, agora é a hora de comprar um imóvel para morar, pois, daqui a um ano deverá haver alta", finaliza.

O índice

O índice abrange Indaiatuba, Americana, Campinas, Valinhos e Vinhedo. O levantamento foi feito pela empresa Hiperdados, software house de gestão para incorporadoras, construtoras, imobiliárias e fundos imobiliários.

No Brasil, o medidor da Hiperdados apontou queda nos preços de -1,46%, entre outubro e novembro de 2017. No acumulado, o m² foi desvalorizado em -2,85%; contudo, levando-se em consideração a variação entre novembro de 2016 e 2017, a redução chega a -4,48%. Assim mesmo, a queda deste mês não diminui as expectativas de recuperação para o mercado imobiliário, que tem grandes chances de retomada no próximo anodo.

Os dados da pesquisa da Hiperdados mostram que em algumas cidades os preços já começam a dar sinais de recuperação, afirma Francisco de Oliveira Lima Filho, presidente da Habicamp, associação regional da habitação. "Não só em novembro, mas no acumulado do ano, como em Campinas, Indaiatuba e Paulínia, onde lançamentos imobiliários já começam a despontar com maior intensidade, após três anos de estagnação", observa.


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