Indaiatuba

Eleições 2018 apontam três pré-candidatos

Panorama

Em 2018, os brasileiros voltam às urnas para as Eleições Gerais 2018, marcadas para o dia 7 de outubro, em primeiro turno, e no dia 28 de outubro, nos casos de segundo turno. Na ocasião, os eleitores irão eleger o presidente da República, governadores de estado e do Distrito Federal, dois terços do Senado Federal, e deputados federais, estaduais e distritais. Em Indaiatuba, três nomes despontam para o pleito: Hélio Alves Ribeiro (PSB) para deputado federal, e Rogério Nogueira (DEM) e Bruno Ganem (Podemos) para deputado estadual. A Tribuna ouviu os três sobre a expectativa para mais um ano eleitoral.

Hélio Ribeiro confirmou que tem intenção de disputar uma vaga de deputado federal nas Eleições 2018, mas preferiu não se alongar. "Sim, tenho a intenção. Meu nome está à disposição, mas essa é uma decisão de todo um grupo e não algo isolado ou decisão unilateral", ressalta.

Atualmente em seu quarto mandato, Rogério Nogueira comenta o desafio de continuar na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), onde atualmente é líder do DEM. "Você pegando o jeito, vai aprendendo e me parece que o DEM vai ter um espaço muito grande nas próximas Eleições para o Governo do Estado, em uma chapa com o Rodrigo Garcia e o João Doria", aponta. "É muito importante para a região e Indaiatuba uma sequência deste trabalho".

Sobre a disputa eleitoral, Rogério revela sua expectativa. "Não trabalho em muitas cidades, como muitos deputados fazem. Tenho 30 cidades bem redondas, onde é possível dentro do orçamento do Estado ajudar todo mundo. Demonstrar o que conquistou junto à cidade e como ajudamos. Isso que é legal, mesmo que algumas cidades não apresentem a documentação necessária com a rapidez que precisamos".

"Em apenas seis cidades, tive mais de 100 mil votos", destaca Rogério. "Se fosse aprovado o Distritão, eu seria o deputado mais votado. É um trabalho fechadinho, mas muito bem feito. Pretendemos manter as mesmas cidades e o mesmo trabalho. Partidariamente, estaremos muito bem assessorados também para a próxima campanha".

"Em Indaiatuba, temos alguns deputados federais eleitos que nos ajudam e são parceiros. Desde que o Reinaldo deixou de ser deputado federal, trouxe alguns amigos para ajudar a cidade. São dois ou três nomes que sempre auxiliam", recorda. "Também vou ajudá-los, mostrar o trabalho e recursos que conquistaram, independente do candidato de Indaiatuba. Até porque é muito difícil elegermos alguém daqui, isso exige um trabalho forte. E temos um espaço curto para fazer um nome em cidades próximas. Mas nada impede de iniciarmos esse trabalho".

Sobre a concorrência com Bruno Ganem, o deputado - que conquistou 132.571 votos em 2014 - é enfático. "Não sei como está o partido dele, que tem somente um representante na Assembleia, que mudou de sigla e entrou com apenas 30 mil votos. Desconheço a chapa do Podemos. Sei que o Bruno foi bem votado, mas precisamos analisar a questão do quociente eleitoral", analisa. "Hoje, se ele buscasse uma vaga de deputado federal, as chances seriam melhores, mas são questões partidárias, opção de cada um. Mas a Alesp abriga dois deputados estaduais, Americana chegou a ter três, porque conseguiram muitos votos fora. Tem capacidade sim".

Sobre a atual situação da política nacional, faz um alerta. "Estava vendo uma reportagem com pessoas pedindo para anular o voto, uma pressão muito grande. O próprio cenário político lançou isso, para aumentar as chances dos que lá estão, evitando a renovação. Se o indivíduo votar, muda o cenário", acredita. "Na última eleição, tivemos 30% de nulos e abstenções, que já achei alto demais. Na próxima, deve chegar a 40%. É preciso conscientizar a população da importância de exercer o seu voto".


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