Indaiatuba

Projeto para Cirva terá início no Rêmulo Zoppi

No segundo semestre de 2017, a Tribuna divulgou mudanças em duas entidades sociais da cidade: o Instituto Henrique da Silva Semente (Ihess) e o Centro de Integração, Reabilitação e Vivência dos Autistas (Cirva). Para ambas, a dificuldade era a mesma: encontrar um novo endereço para manter suas atividades. Procuramos novamente as diretorias para conferir a atual situação.

O Cirva, com imóvel na Rua Padre Bento Pacheco, no Centro, está de mudança para o Centro Esportivo Rêmulo Zoppi. Com 20 anos de história, a entidade atende 120 pessoas e possuía outras 66 na fila de espera, segundo informou a assistente social Kátia Silvério. Devido ao aumento da demanda, o Cirva viu a necessidade de um espaço maior.

Para tanto, a prefeitura inicia na próxima segunda, dia 5, um novo modelo para atendimento aos autistas e promete atendimento integrado e multidisciplinar através do Espaço Avançar, no bairro Rêmulo Zoppi. O novo espaço terá capacidade para atender até 40 crianças em idade escolar (em 2017 foram 15). Em sua clínica, a capacidade será para até 200 pacientes. A equipe será formada por 13 pessoas da Educação, dez da Saúde e uma do Esporte.

Instituto

O Ihess precisou deixar as cinco salas que ocupava na unidade II da Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura (Fiec), no bairro Cidade Nova, no final do ano passado. O Clube XVI de Janeiro foi oferecido como opção, o que gerou protestos. "O espaço é totalmente inadequado. Por isso, diretoria, voluntários e alunos do Ihess decidiram não aceitar a proposta", contou Doraci Aparecida da Silva Semente, a Dora, presidente do Ihess.

Em dezembro, o instituto promoveu um evento para oficializar o encerramento de suas atividades. À Tribuna, Dora revelou que a diretoria deve se reunir ainda este mês para avaliar a retomada. "Alguns estão viajando e estamos esperando retornarem para marcar a data", comenta.

Em nota, a prefeitura respondeu que ofereceu um novo local para o Ihess, que foi recusado. A Faculdade Max Planck também chegou a oferecer um espaço. "Não se trata de uma recusa, mas nós preferimos analisar tudo com calma. A reunião vai servir justamente para isso", explica Dora.

Em relação à unidade 2 da Fiec, a assessoria da prefeitura afirmou que o espaço será destinado aos 2.600 alunos dos cursos rápidos oferecidos, além dos mil estudantes do Mediotec, 400 do Vestibulinho e 80 das empresas Unilever e Sew. Adiantou ainda que, para o segundo semestre, existe a previsão de instalação da futura faculdade de Medicina.


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