Indaiatuba

CPFL Piratininga faz balanço de economia com horário de verão

A CPFL Piratininga, distribuidora da CPFL Energia que atende 1,5 milhão de clientes em 27 municípios do interior e litoral de São Paulo, incluindo Indaiatuba, divulgou um balanço do horário de verão, que termina à meia-noite de hoje, 17 de fevereiro, quando os relógios devem ser atrasados em uma hora.

De acordo com levantamento da distribuidora, a redução no consumo de energia elétrica durante os 126 dias de vigor do horário especial na área de concessão alcançou 9.759 MWh - volume suficiente para atender por 20 dias o município de Ibiúna, por exemplo, ou por até 168 dias o município de Alumínio.

A economia de energia elétrica no período seria capaz de abastecer, na Baixada Santista, por dois dias o consumo da cidade de Santos, ou dois dias o consumo de Cubatão, ou seis dias de São Vicente, ou cinco de Praia Grande ou até 27 dias do Guarujá.

Já no interior, o volume de energia economizada seria capaz de abastecer por um dia o consumo de Sorocaba, ou por oito dias em Votorantim, ou por cinco dias em Itu, ou por um em Jundiaí, ou quatro dias em Indaiatuba e até 17 em São Roque.

De acordo com o diretor de Distribuição da CPFL Energia, Thiago Freire Guth, os resultados mostram que a adoção do horário de verão é um fator capaz de melhorar o aproveitamento da luz natural e de reduzir o consumo de energia elétrica, especialmente a demanda no horário de pico, das 18 às 21 horas.

Para o executivo, o deslocamento do horário oficial em uma hora, contribui para diluir, por um período maior, os riscos de sobrecarga no sistema elétrico, no momento em que o sistema é mais demandado.

"Normalmente, as pessoas começam a chegar em suas casas a partir das seis da tarde, sendo que uma das primeiras ações é acender a luz. Na mesma hora, entram em operação a iluminação pública e os luminosos comerciais. No período do horário de verão, com o adiamento dos relógios em uma hora, as cargas das residências e de iluminação pública passam a operar após às 19 horas, quando o consumo industrial já está reduzindo", explica Guth.

Menor demanda

Segundo o Ministério de Minas e Energia, o horário de verão tem como objetivo principal a redução da demanda máxima do Sistema Interligado Nacional no período de ponta, ou seja, quando mais pessoas, empresas e indústrias estão utilizando a energia elétrica. Isso é possível porque a parcela de carga de iluminação passa a ser acionada mais tarde do que normalmente seria, motivada pelo adiantamento do horário. A medida foi adotada pela primeira vez no Brasil em 1931, mas de forma consecutiva, acontece há 28 anos.


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