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Correios têm derrota no TST e movimento é suspenso

CRISE

Os trabalhadores dos Correios decidiram, em assembleia, suspender a greve que tinha começado na segunda-feira em quase todo o país. O sindicato que representa a categoria no Estado de São Paulo avisou que a paralisação pode ser retomada nos próximos dias.

O principal item da pauta de reivindicações dos trabalhadores era pela manutenção dos planos de saúde, inclusive para dependentes. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) vinha alegando que não conseguiria arcar com os planos de saúde para pais e mães dos funcionários. Mas uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que o plano de saúde continue a atender a empregados ativos, aposentados, cônjuges, companheiros, filhos menores de idade e pais e mães dos titulares. Ficou, então, fixado o pagamento de mensalidade, exceto para pais e mães. A mensalidade vai variar entre 2,5% e 4,4% do salário; quem ganha mais, paga uma porcentagem maior.

O sindicato afirma que ainda tem dúvidas e que vai consultar seu departamento jurídico. Até lá, a greve está suspensa, mas começa a valer o estado de greve. Ela atingiu funcionários de todas as áreas dos Correios. No interior do Estado, a adesão ao movimento foi estimada em 70% do total de trabalhadores. Além do plano de saúde, a pauta de reivindicações tem itens como melhores condições de trabalho e realização de concurso público.


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