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Acordo não encerra movimento

Em pronunciamento na tarde de ontem, o presidente Michel Temer (MDB) anunciou que as Forças Armadas poderiam ser empregadas. "Ainda no domingo (20), começamos a tomar providências para atender às suas demandas (caminhoneiros)", iniciou.

Na quinta-feira, o governo federal fechou um acordo temporário de 15 dias com as lideranças nacionais representativas da categoria. "Eles pediram uma redução no preço do óleo diesel; a União irá ressarcir a Petrobras para garantir a redução de 10% no custo final do diesel. Pediram estabilidade do preço; nós acordamos a estabilidade no preço do óleo diesel a cada 30 dias para garantir a previsibilidade dos custos dos caminhoneiros", prosseguiu Temer.

Temer confirmou o atendimento a 12 reivindicações dos caminhoneiros, e disse ainda que estes se comprometeram a encerrar a paralisação imediatamente. "Este foi um compromisso conjunto", ressaltou. "Mas, infelizmente, uma minoria radical tem bloqueado estradas e impedido que muitos caminhoneiros levem adiante os seu desejo de atender à população e fazer o seu trabalho."

Por fim, o presidente destacou que o governo pretende implantar "planos de segurança para superar os graves efeitos do desabastecimento causado por esta paralisação. (...) acionei as forças federais de segurança para desbloquear as estradas e solicito aos senhores governadores que façam o mesmo".


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