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Fase Vermelha: aulas presenciais na rede estadual de SP voltam dia 14

REUTERS / Amanda Perobelli
Criança levanta a mão ao lado de outros alunos em sala de aula da escola Thomaz Rodrigues Alckmin, no primeiro dia de retorno das escolas do estado de São Paulo para atividades extracurriculares em meio ao surto de coronavírus (COVID-19) em São Paulo, Brasil Outubro 7, 2020. REUTERS / Amanda Perobelli
Crédito: REUTERS / Amanda Perobelli

Com a saída do estado de São Paulo da Fase Emergencial, que tem as maiores restrições para conter a disseminação do novo coronavírus, para a Fase 1- Vermelha do Plano São Paulo, o retorno às aulas presenciais será permitido a partir da próxima semana. O anúncio foi feito hoje (9) pelo governo paulista.

Na rede estadual, os alunos poderão voltar às escolas a partir de quarta-feira (14). Esse retorno, no entanto, será ainda gradual e vai depender de autorização dos prefeitos. Na Fase Vermelha, as escolas poderão receber até 35% dos alunos matriculados. Esse limite é estabelecido também para as escolas municipais e privadas.

As aulas presenciais estão suspensas no estado de São Paulo desde o dia 15 de março, quando São Paulo entrou na Fase Emergencial, a mais restritiva para tentar conter a transmissão do novo coronavírus. Hoje (14), o governo paulista anunciou o fim da Fase Emergencial no domingo (11) e início da Fase 1- Vermelha a partir de segunda-feira (12), onde somente serviços considerados essenciais poderão funcionar. A educação básica é considerada atividade essencial no estado de São Paulo, por isso pode ser mantida de forma presencial.

Os professores retornam ao trabalho presencial na próxima segunda-feira. A recomendação do governo é para que as escolas aproveitem a segunda-feira e terça-feira para organizarem o calendário escolar e comunicar e orientar as famílias sobre o retorno das atividades. 

A prioridade de atendimento é para os alunos mais vulneráveis, ou seja, os alunos que têm necessidade de se alimentar na escola; os que possuem dificuldades de acesso à tecnologia e aqueles com a saúde mental em risco ou severa defasagem de aprendizagem. 

A frequência presencial não vai ser obrigatória nessa fase e o ensino remoto será mantido, com aulas transmitidas diariamente pelo Centro de Mídias.


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